Trailer da 6ª Temporada de Doctor Who

O episódio que Neil Gaiman escreveu aparece nesse trailer e vai se chamar “The Doctor’s Wife” !

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Documentário Analisa o Papel da Mulher na Mídia

Um novo documentário chamado “Miss Representation” um jogo com as palavras ‘Miss’ e ‘misrepresentation’ , palavra que significa ‘deturpação’ , nesse caso, a deturpação da imagem da mulher na mídia, vai ser lançado ainda esse ano e foi escrito e dirigido por Jennifer Siebel Newson que já foi a primeira dama da cidade de São Francisco. O documentário conta com entrevistas de mulheres em posições de poder como Condoleeza Rice e Nancy Pelosi mas pelo trailer as entrevistas que mais passam a força do tema do documentário são as de adolescentes normais comentando sobre o poder que essa deturpação do papel feminino na sociedade tem sobre suas próprias vidas. Uma comenta que tinha problemas com seu peso na 5ª série e agora, no primeiro colegial, ainda tem os mesmos problemas; outra fala que não existe apreciação pelo intelecto apenas pelo físico.

 

 

Embora o documentário se concentre apenas na representação norte americana o tema é universal e uma realidade para jovens brasileiras em um país onde a sexualidade da mulher parece ser seu maior atrativo. O problema não é a representação feminina pela visão masculina mas sim a representação pelos nossos próprios olhos, a mulher hoje em dia parece se contentar em ser representada de maneira degradante, se uma mulher é inteligente ela tem que ser vista como menos do que é, tem que ser ridicularizada de alguma forma e normalmente o apelo se volta para sua forma física ou seu comportamento emocional, a TPM se transformou em desculpa para comportamentos falhos por parte da mulher e nós ajudamos a propagar essa imagem, de que somos emocionalmente instáveis.

Pode parecer exagero mas nós ainda somos consideradas como o sexo frágil e depois de tantos anos de luta pela igualdade o terreno ainda não foi conquistado por inteiro e a culpa, sinto lhe dizer, é nossa. Nós nos deixamos levar pela idéia de que não somos o bastante, de que não somos boas o suficiente e isso reflete na maneira como a sociedade vê a mulher pois nós compomos mais da metade dessa sociedade.

Claro, as vezes aparece um homem e fala que o seu comentário de que ‘o novo filme Sucker Punch explora o corpo das meninas para compensar um filme fraco e sem enredo’ é um comentário feminista fútil e ajuda a propagar essa imagem, mas tudo bem, eu sou mulher e aceito levar toda a culpa pela minha degradação, já que os homens são bundões demais para aceitar a culpa por qualquer coisa. Ops, perdão, esse foi um comentário feminista fútil.

25 Anos de Pixar

Pequena compilação de todos os filmes e curtas produzidos pela Pìxar homenageando seus 25 anos de estúdio. São 12 longas metragens e 20 curtas no total.

Lista de filmes em ordem de lançamento:

Toy Story (1995)

Vida de Inseto (1998)

Toy Story 2 (1999)

Monstros S.A.  (2001)

Procurando Nemo (2003)

Os Incríveis (2004)

Carros (2006)

Ratatouille (2007)

WALL-E (2008)

Up (2009)

Toy Story 3 (2010)

Carros 2 (2011)

Lista de Curtas:

Adventures of Andre and Wally B.

Luxo Jr.

Red’s Dream

Tin Toy

Knick Knack

Geri’s Game

For the Birds

Mike’s New Car

Boundin’

Jack-Jack Attack

Lifted

Presto

BURN-E

Partly Cloudy

Day & Night

Hawaiian Vacation

Teaser The Three Musketeers

Teaser do novo filme de Paul W.S. Anderson (Resident Evil, Mortal Kombat aeee) baseado na obra de Alexandre Dumas com sua linda, perfeita, deusa, talentosa mulher no elenco, Milla Jojovich e mais Matthew Macfayden, Ray Stevenson, Logan Lerman , Juno Temple (arrasa, coloquem ela em tudo), Orlando Bloom (oi, eu só sirvo para papéis não muito interessantes e normalmente esquecíveis em blockbusters) e Christoph Waltz (GILF).

O filme vai sair em 3D (MEU DEUS, PORQUEEEE) no dia 14 de Outubro deste ano.

Como o vídeo não passa aqui na nossa terrinha querida, cá está o link: Site X que você nunca mais vai entrar, só pra ver esse trailer

The Borgias

Série baseada na dinastia da família espanhola Borgia com Jeremy Irons como Rodrigo Borgia e um monte de gente bonita demais para ser historicamente correta como o resto do elenco. Com o final de The Tudors o canal Showtime decidiu dar carta branca ao projeto do coração de Neil Jordan , diretor de filmes excelentes como ‘Traídos pelo Desejo’, ‘Entrevista com o Vampiro’ e ‘Café da Manhã em Plutão’, que teve a ajuda de Michael Hirst, criador de The Tudors e roteirista de Elizabeth e Elizabeth: Era de Ouro. Quem é fã de The Tudors não vai esperar tanta precisão histórica mas sim tramas complexas, diálogos interessantes e muita violência e nudez (não tão) gratuitas. Eu não estou reclamando.  E também estou nutrindo uma paixão platônica pelo David Oakes, ator que interpreta o Juan Borgia, o que tem um mullets estranho. Acho que ele estava bem mais atraente na mini série Pillars of the Earth (que eu super recomendo, melhor mini série que eu já assisti) mas ÓBVIO que meu amor é verdadeiro então eu assisto e gosto de tudo que ele faz.

O primeiro episódio vazou na internet alguns dias atrás, eu tenho o link mas não vou postar aqui porque sou bundona.

Doctor Who: Space and Time

Um mini episódio dividido em 2 partes (Space e Time) feito especialmente para o Comic Relief 2011 que nos avisa a volta do Doutor em sua 6ª temporada na Páscoa desse ano.

E só um by the way, esse episódio que somando ambas as partes  dura 7 minutos e 25 segundos é incrível e mais criativo do que 95% das séries de Sci Fi hoje em dia.

Invasão Britânica

Séries britânicas. Elas sempre existiram, provavelmente nunca passaram aqui, talvez no extinto (?) canal People&Arts mas nos últimos anos o nível dos seriados produzidos na Inglaterra tem sido cada vez mais alto. Muitos dizem que o fato de que cada temporada tem entre média 6 episódios (Doctor Who normalmente tem 13, mas o Doutor pode) faz com que cada momento conte na trama, sem os episódios de encher lingüiça que o formato americano de 23 episódios tanto curte. Eu concordo, mas eles chegam a ser tão bons que tenho dó de mim mesma quando meus 6 episódios acabam e eu tenho que baixar Vampire Diaries porque já vi todas as outras séries boas (mentira, eu baixo porque gosto mesmo).  São muitos os seriados bons mas separei meu top 3:

Misfits

“Misfits segue 6 excluídos da sociedade que são obrigados a fazer serviço comunitário e são atingidos por uma estranha tempestade de raios e adquirem poderes especiais.”

Essa foi quase que a tradução literal do site oficial do seriado e a primeira vez que li não achei nada demais. Pra variar, estava errada. Misfits não só procura retratar problemas de jovens da sociedade média baixa (odeio esses termos) na Inglaterra como drogas, sexo, exclusão social, relacionamentos com os pais e uns com os outros como esses também ficam em segundo plano para a ação e comédia incríveis que todo episódio possui. Os 6 atores tem excelente química e lidam com seus poderes (ou falta deles) de jeitos realistas. Cada episódio meio que se concentra em um personagem, mas nada oficial, o episódio não tem o nome do personagem nem nada assim (oi, Skins ? é… você já deu) e alguns poderes podem parecer inúteis a primeira vista, mas todos tem um motivo. Acho que já recomendei esse seriado para todo mundo que conheço, não descarte o fato de que criei esse blog só para que possa convencer mais gente a assistir.

The IT Crowd

Alguns meses atrás comentei com um amigo o quanto eu gostava de The Big bang Theory. Ele me falou, com certo ódio no coração “Aaaaarrgghhh, esse seriado que todo mundo acha que representa tão bem os nerds, é porque ninguém conhece The IT Crowd. Isso sim é seriado genial e engraçado.” (Parafraseei)

Confiei nele mas só baixei depois que vi essa imagem no tumblr:

Moss

The IT Crowd se concentra em 3 personagens principais que trabalham no suporte técnico de uma empresa fictícia chamada Reynholm Industries. Jen, a chefe de departamento que não entende nada de computadores e é jogada no suporte técnico por um chefe louco. Roy é um irlandês que sempre usa camisetas com desenhos e frases relacionadas ao mundo ‘geek’ e gostaria mas normalmente não tem sorte com as mulheres e Moss é o gênio socialmente inapto (se for para comparar, Moss seria o equivalente ao Sheldon e Ray, Leonard. Mas essa é uma comparação tosca já que cada série tem seu mérito próprio).

Cada episódio é composto de 20 minutos de perfeição cômica, os três principais são incríveis mas os coadjuvantes são um show a parte (fudeu, virei minha mãe em nível gramatical) – Noel Fielding, comediante que faz outra série britânica chamada The Mighty Boosh que eu não gostei muito, interpreta Richmond, um gótico fã de Craddle of Filth banido para o suporte técnico depois de ter aparecido com maquiagem gótica no velório do pai do chefe da empresa e Matt Berry que aparece no final da segunda temporada como Douglas, o filho do chefe que havia desaparecido alguns anos antes depois de sofrer vários processos de abuso sexual na empresa.

The Inbetweeners

4 amigos que se encontram onde a maioria dos adolescentes pode admitir se encaixar: no meio de tudo. Nem um pouco populares mas não são exatamente os nerds estranhos da turma, Will, o garoto novo na escola que encontra amigos relutantes mas dispostos nos outros 3;  Simon, eterno romântico desajeitado apaixonado por sua amiga de infância; Jay, o tarado sem papas na língua e Neil, o bobo desavisado vivem situações relativamente comuns mas lidam com elas sem de maneiras muito engraçadas. Outro caso de atores mais maduros interpretando adolescentes mas aqui isso ajuda, principalmente no humor mais adulto de Will e Simon e nas bobagens juvenis de Jay e Neil, 4 personagens totalmente diferentes e criados com profundidade o suficiente para que todas as piadas façam sentido, principalmente porque normalmente estamos rindo deles, nunca com eles.

Espero que esse seja o maior post que eu faça nesse blog. Pelo seu próprio bem.